A importância da desinfestação interna

A importância da desinfestação interna

O gato pode ser um meio de transmissão de doenças, quer para outros animais, quer para os próprios humanos. Embora, a maior parte das vezes, os parasitas internos não sejam visíveis, são os responsáveis por muitas destas doenças. Assim, quer para o bem-estar do animal, bem como para o do seu dono, é indispensável a desparasitação interna.

A maioria dos parasitas, a nível interno, é redonda ou achatada e visível, contudo, existem alguns vermes microscópicos. São estes que podem ser transmitidos ao ser humano e como se disse capazes de provocar doenças graves.

Os parasitas internos, quando em pequenas quantidades, não provocam efeitos visíveis, no entanto, após um período de multiplicação, os sintomas são perceptíveis. O gato tem tendência para aumentar o abdómen e perder peso. Pode ainda ocorrer vómitos, diarreia, sangue ao defecar e dor abdominal.

Estes “bichinhos” consomem os nutrientes que o felino devia absorver e podem formar “aglomerados, em forma de rolha, que impedem a passagem de substâncias, para o intestino. A longo prazo, especialmente em gatos, de tenra idade, pode levar à morte.

Os animais recém-nascidos podem já estar infectados, uma vez que a mãe passa os parasitas para as crias, ainda na gestação. Esta pode e deve ser desparasitada internamente durante o tempo da gravidez. O produto deve ser prescrito por um profissional, uma vez que, nem todos medicamentos do mercado são adequados, a estes casos. Os bebés devem ser desparasitados quando atingem os 15 dias, com um produto indicado para esta idade. Na mesma data, a mãe também deve receber desparasitante. Até desaparecerem os sintomas, ou os próprios parasitas, o tratamento deve continuar mensalmente.

Quando o gato atinge a idade adulta pode ficar infectado, com estes parasitas, através da proximidade com outros animais, contacto com fezes, ou ingestão de carne crua. Neste sentido há necessidade de efectuar desparasitações repetidas, com intervalo de 4 meses.

 No caso de chegar um novo membro à família, e mesma que se tenha procedido a uma desparasitação recentemente, dos animais que já se encontravam em casa, há necessidade de esta ser feita de novo.

Quando existem indícios do animal estar infestado, e mesmo que tal ocorra nos períodos de intervalo da desparasitação, o medicamento deve ser tomado, imediatamente.

A desparasitação, a nível interna, pode ser efectuada por três métodos: pipetas, comprimidos e pastas orais. O veterinário é que deve decidir qual o melhor medicamente, para cada animal especificamente, tendo em conta o peso, a idade, a raça e outros factores como doenças e gestação.

 

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